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Manifestantes fazem protestos em cidades do Paraná

Geral, Notícias, Política
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30/06/2017 10:54

Sindicalistas e trabalhadores protestam contra as reformas da previdência e trabalhista propostas pelo Governo Federal

Trabalhadores da Repar interditaram a BR-476, em Araucária (Foto: Divulgação/Sindicato dos Metalúrgicos )
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Milhares de sindicalistas e trabalhadores fazem protestos na manhã desta sexta-feira, 30, em Curitiba e em algumas cidades do interior do Paraná contra as reformas previdenciária e trabalhista, propostas pelo Governo Federal. As manifestações foram convocadas por centrais sindicais e também estão sendo realizadas em várias cidades brasileiras.

Em Curitiba, devem aderir às mobilizações: bancos, escolas estaduais, servidores estaduais da saúde, servidores municipais e funcionários dos Correios.

Pela manhã, metalúrgicos que atuam em várias empresas como Volvo, Renault, e Bosch, New New Holland, WHB, Brafer e Volkswagen protestaram com faixas e cartazes durante a manhã por cerca de duas horas e depois voltaram normalmente ao trabalho.

Veja o balanço até as 9h30 em Curitiba e Região Metropolitana

Transporte coletivo
Funciona normalmente desde o início da manhã

Coleta de lixo
Trabalhadores fizeram uma manifestação em frente à Cavo por volta das 6h30, mas depois retornaram normalmente ao trabalho

Escolas Municipais e Cmeis
Funcionam normalmente desde o início da manhã

Hospitais
Ao menos o Hospital de Clínicas e o Trabalhador funcionam normalmente

Estradas
Funcionários da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) também protestaram logo cedo em frente à empresa e seguiram em direção à BR-476. O trecho está totalmente interditado, nos dois sentidos, desde às 8h40. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (Simec), há cinco mil manifestantes no trecho.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou, às 9h30, que há aproximadamente dois quilômetros de lentidão em cada sentido da rodovia. Os policiais não divulgaram um balanço oficial do número de manifestantes na rodovia.

Protestos no interior

Em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, os ônibus do transporte coletivo foram impedidos de sair das garagens no início da manhã. Às 7h, os veículos começaram a sair das garagens. Os passageiros enfrentaram fila de até duas horas para embarcar nos coletivos.

Em Londrina, na região norte, a sexta-feira também começou complicada para os usuários do transporte público. Os acessos ao Terminal Central foram bloqueados por volta das 6h, e, desde então, os ônibus estão sendo liberados aos poucos. Passageiros estão embarcando e desembarcando nos arredores. Há muitas filas, ônibus atrasados e ruas bloqueadas.

Em Londrina, usuários enfrentam lentidão para embarcar nos ônibus (Foto: Alberto D'angele/RPC)

Em Londrina, usuários enfrentam lentidão para embarcar nos ônibus (Foto: Alberto D’angele/RPC)

Em Maringá, os professores e servidores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) também fazem protestos contra as refomas previdenciária e trabalhista. Eles estão reunidos no restaurante universitário e pedem por eleições diretas.

Em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, os ônibus estão parados desde as 7h30. As aulas na rede municipal estão suspensas nesta sexta, mas, de acordo com os professores, por conta de reuniões pedagógicas já previstas no calendário escolar.

Em General Carneiro, na região sul do estado, manifestantes bloquearam a BR-153.

G1/ Fronteira Online