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Polícia apresenta garota de programa indiciada por matar homem após esbarrão em boate

Geral, Notícias, Policial
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25/10/2018 09:41

Segundo corporação, ela estava foragida há quatro anos, foi presa no interior de São Paulo e trazida para a capital goiana

Renata Vermont, de 24 anos, foi apresentada como indiciada por morte de homem em boate de Goiânia — Foto: Divulgação/Polícia Civil
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A garota de programa transexual Renata Vermont, de 24 anos, foi apresentada pela Polícia Civil nesta quarta-feira, 24, como indiciada de um homicídio em uma boate de Goiânia. Segundo a corporação, a jovem matou o vendedor Vilmony Mendes Queiroz, de 33 anos, com uma facada no tórax durante uma briga no local após eles se esbarrarem.

De acordo com a Polícia Civil, a transexual era conhecida também pelos apelidos Renatinha Loira, Kimberlly Watts e Karina Best. O G1 ainda não teve acesso à defesa da presa para pedir um posicionamento sobre o caso.

O delegado responsável pela investigação, Hellyton Carvalho, informou que a trans foi presa em Araraquara (SP) e levada para Delegacia de Capturas de Goiânia na terça-feira, 23, onde seguia detida até esta tarde. O investigador afirmou que ela não deve ser ouvida porque o inquérito foi concluído e ela já foi indiciada por homicídio.

“Nesses dois anos seguimos monitorando-a por vários estados, mas não havíamos conseguido prendê-la ainda. Até que, através de investigações, conseguimos o endereço exato dela e conseguimos o apoio da Polícia Civil de São Paulo, que cumpriu o mandado de prisão preventiva que havia sido expedido para ela”, explicou.

Segundo Carvalho, o crime aconteceu na madrugada do dia 8 de junho de 2014 quando Renata e Vilmony estavam em uma boate da capital. “Eles teriam se esbarrado e entraram em vias de fato, sendo separados por amigos. Quando a autora estava indo embora a vítima teria puxado ela pelo ombro e ela teria virado já golpeando ele no tórax com uma faca que ela levava na bolsa”, contou.

O delegado disse ainda que o homem morreu no local e a transexual fugiu em seguida. Agora que ela foi presa, se condenada, pode ficar presa por até 30 anos.

G1