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Putin convida Kim para visitar a Rússia em setembro

Geral, Internacional, Notícias
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14/06/2018 16:19

Convite já havia sido feito pelo ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, quando visitou Pyongyang, em maio

Foto: ilustrativa/reprodução
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O presidente russo, Vladimir Putin, convidou nesta quinta-feira, 14, o líder norte-coreano, Kim Jong-un, para visitar a Rússia em setembro. O convite foi feito durante um encontro, em Moscou, com Kim Yong Nam, que é o presidente do Parlamento da Coreia do Norte.

Kim Yong-nam também entregou uma carta do líder do seu país, Kim Jong-un, ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, com quem teve uma reunião.

Kim Yong-un, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que aconteceu recentemente, em 12 de junho”, disse Putin no encontro o parlamentar norte-coreano.

O chefe do Kremlin considerou que tal cúpula contribuirá para diminuir a tensão na península coreana e abriu as portas para um “acerto dos problemas por métodos pacíficos e político-diplomáticos”

“A Rússia sempre defendeu isso e deu os passos para tal. Estamos preparados para continuar atuando nesta direção”, acrescentou.

Putin reiterou o convite ao líder norte-coreano para que visite a Rússia, assim como fez o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, quando visitou Pyongyang no dia 31 de maio.

“Gostaria de reiterar e pedir que entregue o nosso convite para visitar a Rússia ao líder norte-coreano, o camarada Kim Jong-un. Isso poderia acontecer, por exemplo, durante o Fórum Econômico Oriental, que será realizado em Vladivostok em setembro”, afirmou o presidente russo.

Mas também “poderia ser de forma separada, sem relação com nenhum evento internacional. Podemos coordenar isso através das nossas chancelarias”.

A visita a Moscou do presidente do parlamento norte-coreano, que assistirá à cerimônia de abertura da Copa do Mundo nesta quinta-feira, acontece poucos dias depois da histórica cúpula entre Trump e Kim Jong-un em Singapura.

O Kremlin qualificou como positiva a reunião dos dirigentes dos EUA e da Coreia do Norte ao apontar que, à margem dos seus resultados, “favorece a distensão na península”.

G1