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TJ-PR nega pedido de Beto Richa para trancar investigação da Operação Superagui

Justiça, Política
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09/11/2018 10:49

Desde 2015, o MP apura suspeitas de irregularidades na concessão de licença ambiental a uma empresa às margens da BR-277, em Paranaguá, no litoral do estado

Foto: Reprodução
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A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) negou pedido da defesa do ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) para trancar a investigação do Ministério Público do Paraná (MP-PR) na Operação Superagui.

Desde 2015, a promotoria apura suspeitas de irregularidades na concessão de licença ambiental à empresa Green Logística para abrir um pátio de caminhões às margens da BR-277, em Paranaguá, no litoral do estado

Um dos argumentos da defesa do ex-governador foi o excesso de prazo para a investigação. O desembargador José Carlos Dalacqua, relator do caso, afirmou que investigações não têm prazo definido e, por isso, indeferiu o pedido.

A defesa também TJ-PR nega pedido de Beto Richa para trancar investigação da Operação Superagui

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A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) negou pedido da defesa do ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) para trancar a investigação do Ministério Público do Paraná (MP-PR) na Operação Superagui.

Desde 2015, a promotoria apura suspeitas de irregularidades na concessão de licença ambiental à empresa Green Logística para abrir um pátio de caminhões às margens da BR-277, em Paranaguá, no litoral do estado.

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Um dos argumentos da defesa do ex-governador foi o excesso de prazo para a investigação. O desembargador José Carlos Dalacqua, relator do caso, afirmou que investigações não têm prazo definido e, por isso, indeferiu o pedido.

A defesa também argumentou ausência de justa causa, justificando que a “única prova que ensejou a instauração do procedimento investigatório seria ilícita”.

A defesa de Beto Richa afirmou que vai entrar com recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O advogado da Green Logística disse que não vai se manifestar. argumentou ausência de justa causa,

justificando que a “única prova que ensejou a instauração do procedimento investigatório seria ilícita”.

A defesa de Beto Richa afirmou que vai entrar com recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O advogado da Green Logística disse que não vai se manifestar.