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Mulheres contratadas como cuidadoras, são presas após matarem idosa, no PR

Notícias, Policial
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22/02/2018 16:02

Mulheres, de 45 e 30 anos, mataram a vítima para ficar com o dinheiro

Foto: Divulgação
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Um crime brutal, que vitimou Dirneice Hoff Barbosa, de 93 anos, foi esclarecido pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). As funcionárias da vítima, duas mulheres, de 45 e 30 anos, foram presas na noite de quarta-feira, 21, suspeitas pela autoria do crime.

As prisões aconteceram no município de Fazenda Rio Grande e em Curitiba, no bairro Novo Mundo. As suspeitas trabalhavam em residências distintas, cuidando de crianças, no momento em que foram detidas.

Segundo informações policiais, a idosa foi encontrada morta por asfixia no dia 06 de setembro de 2017, dentro de sua residência, localizada no bairro Parolin. “Conforme o que foi apurado, a dupla utilizou o próprio travesseiro e um pano com querosene para matar a senhora”, conta o delegado responsável pelo caso, Cássio André Dias Conceição.

Conceição ressalta que no dia em que ocorreram os fatos, uma das suspeitas entrou na residência no período da tarde e ficou escondida na cozinha até anoitecer. “Quando a vítima adormeceu, as mulheres foram até o seu quarto e a asfixiaram. Uma utilizou o pano molhado com querosene e a outra o travesseiro”, informa o delegado.

No decorrer das diligências a equipe descobriu que logo após a prática do crime, as suspeitas roubaram um cartão bancário da vítima e deslocaram-se até um banco, onde sacaram R$1,3 mil.

Ao serem ouvidas na delegacia, a mulher, de 30 anos, confessou todo o crime e deu detalhes da ação criminosa. “Ela relatou que as duas haviam planejado a morte da idosa um dia antes, e que a ideia teria sido de sua colega, a mulher de 45 anos, que nega que tenha participado. No entanto os elementos colhidos na fase de investigação comprovam sua participação no fato”, afirma Conceição.

As mulheres não possuíam passagens policiais e foram indiciadas pelo crime de latrocínio – roubo seguido de morte ou vice-versa. Se condenadas, podem pegar até 30 anos de prisão.

Ambas estão presas no Setor de Carceragem Temporária (Sacat) da DHPP, onde aguardam à disposição da Justiça

PC/ Fronteira Online