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Suspeito preso pela polícia confessou ter matado menina de 6 anos no Paraná

Notícias, Policial
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28/09/2017 17:53

O corpo da menina foi encontrado parcialmente enterrado, com a cabeça para baixo e os pés fora da terra

Foto: Reprodução
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O suspeito, Eduardo Leonildo da Silva, 30 anos, foi preso no fim da tarde de quarta-feira, 28, acusado de ter amarrado, estuprado e depois matado Tábata Fabiana Crespilho Rosa, de 6 anos. O corpo da menina foi encontrado parcialmente enterrado, com a cabeça para baixo e os pés fora da terra, segundo descrição de policiais que estiveram no local onde o corpo foi encontrado.

Ainda de acordo com as informações, os detalhes contados por Eduardo, são ainda mais macabros. Ao ser interrogado pelas equipes da Polícia Civil de Umuarama e do Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride), inicialmente ele negou o crime, depois confessou e voltou a negar.

Por fim ele confessou o crime e apontou o local onde estava o corpo. Os policiais chegaram até o suspeito após um vídeo de câmera de monitoramento mostrar que Tábata teria entrado em um veículo Gol, branco, modelo antigo. Tabata estava desaparecida desde a tarde de terça-feira, por volta das 13h.

Até a manhã de quarta, acreditava-se que a menina Tabata Fabiana Crespilho da Rosa tinha desaparecido. No entanto, segundo o delegado Fernando Martins, após a confissão, o corpo da criança foi localizado.

O delegado não deu mais detalhes do crime, porque ainda trabalhava para tentar conter a multidão que fez um protesto em frente à delegacia. A porta de entrada do prédio, que é de vidro, chegou a ser quebrada. Não há informações sobre feridos.

Martins afirmou que o suspeito foi transferido da delegacia após o início da manifestação. O homem teria sido levado a outra unidade da região.

Segundo crime

O preso já tem passagem pelo mesmo crime cometido em 2010. Conforme informações divulgadas na época, Eduardo, trabalhava em um parque de diversões que estava na cidade de Chopinzinho, no Sudoeste do estado, onde conheceu a adolescente, Ana Maria Rosenes, de 15 anos.

Ainda conforme as informações, eles teriam mantido um relacionamento amoroso durante alguns dias. Até que no dia 27 de agosto de 2010 a família denunciou o desaparecimento da jovem.

O corpo da adolescente foi localizado no dia 29. Ana Maria foi morta à pedradas por Eduardo, depois que, segundo ele, houve um desentendimento. Antes de matar a vítima eles mantiveram relação sexual, porém não foi confirmado se houve ou não o consentimento dela.

Eduardo foi condenado a seis anos de prisão em regime semiaberto pelo crime de homicídio simples e um ano por ocultação do cadáver, já que tentou esconder o corpo.

Taroba News/ Fronteira Online